Capítulo 12
A caminho de casa, no táxi, eu, Matt, Skylar e James ia-mos conversando e partilhando gargalhadas. Quando o taxista parou o carro amarelo, o Matt estendeu uma nota de 50 dólares e saímos todos. Subimos o prédio para o loft de Matt, onde estava à nossa espera uma garrafa de champanhe. James fez questão de ser ele a abrir a garrafa.
A caminho de casa, no táxi, eu, Matt, Skylar e James ia-mos conversando e partilhando gargalhadas. Quando o taxista parou o carro amarelo, o Matt estendeu uma nota de 50 dólares e saímos todos. Subimos o prédio para o loft de Matt, onde estava à nossa espera uma garrafa de champanhe. James fez questão de ser ele a abrir a garrafa.
-Um brinde a mim, o melhor bailarino de todos os tempos! – disse, levantando a garrafa cheia de líquido borbulhante.
Todos desatámos às gargalhadas enquanto James bebia directamente do gargalo da garrafa.
-Vá, partilha – disse Skylar ao namorado, com o seu enorme sorriso estampado na cara. Notava-se que ela era feliz. Tinha tudo o que queria, amor, dinheiro, um sonho prestes a realizar-se, com o Cisne Negro quase a estrear.
-Mary? Hello?
Todos olhavam para mim, à espera que lhes estendesse a minha taça.
-Ah, desculpem, estava distraída – disse, com um sorriso, entendendo a taça a James.
Depois de bebermos a garrafa inteira, deitámo-nos no sofá sempre a rir. Passámos horas na galhofa, até que Skylar, exausta, adormeceu no colo de James.
-Bem, tenho de ir deitar aqui a princesa.
Eu e Matt desatámos a rir. Não estávamos propriamente bêbados, mas estávamos alegres. Qualquer coisa nos fazia rir.
James pegou na Skylar ao colo, cambaleou um pouco, mas acabou por se equilibrar e dirigir-se à porta para depois a fechar atrás de si.
Olhei para Matt. Estava-se a rir não sei bem de quê, mas ficava tão lindo quando sorria assim. Quando reparou que o observava pôs a cara mais cómica do mundo e perguntou-me:
-Porque olhas assim para mim?
-Porque és lindo.
Ups. Quatro taças de champanhe conseguem tirar-me a vergonha toda. Corei e escondi a cara.
-Desculpa Matt…
Ele aproximou-se de mim e, descaradamente, beijou-me. Empurrando-me os ombros, deitou-me para trás no sofá. Continuou a beijar-me apaixonadamente enquanto passava as suas mãos ao longo da minha cintura. Estranhamente, não senti repulsa, como seria de esperar depois do que aconteceu com o Jason. Gostava de estar assim tão próxima dele, com as mãos na minha cintura, com os lábios nos meus…
O ambiente estava estranhamente romântico para o que tinha sido uma festa entre amigos. Estava um pouco escuro, velas acesas, algumas já apagadas, havia uma garrafa no chão, junto a 4 taças, CD’s, pois decidimos ouvir música às 4 da manhã e, no geral, estava tudo desarrumado.
Matt continuava a beijar-me intensamente e a passar as mãos pelo contorno do meu corpo. Sentia-me rebelde, sentia-me livre, sentia-me… diferente. Sempre fora tímida e certinha, e agora estava aos beijos num sofá em casa de um rapaz que só conhecera à 4 meses. Estava farta de ser certinha, farta de pensar. Queria fazer as coisas sem pensar nos riscos, ser ousada, ser diferente.
Agarrei na camisola de Matt e tirei-a. Sentia o seu escultural corpo quente e, como habitual, cheirava extremamente bem. Passei as minha mãos pelas costas dele, tincando os seus lábios. Empurrei-o e deitei-o de costas, colocando-me por cima dele. Ele tentava tirar-me o vestido… E…
Na manhã seguinte, por volta das 11, acordei cheia de dor de cabeça. Estava com uma valente ressaca. Nunca tinha sido muito tolerante ao álcool. Levantei-me e fui à casa de banho. Olhei-me ao espelho e reparei que estava em roupa interior. O que se teria passado na noite anterior? Fixei o meu reflexo. Não conhecia aquela rapariga. Maquilhagem borrada, olheiras, cabelo desalinhado… Não parecia eu…
Fui ao meu quarto, tirei a maquilhagem, limpei a cara, vesti umas leggings pretas e um camisolão cinzento dos Chicago Bulls que um tio meu tinha oferecido e fiz uma trança desalinhada. Decidi ir comer qualquer coisa, por isso dirigi-me à cozinha, passando por Matt. Dormia profundamente, em tronco nu. Não tive coragem de o acordar… Fiz café e preparei um pão com manteiga de amendoim e geleia. Sentei-me na mesa, virada para a parede envidraçada, observando o Central Park.
O que se teria passado naquela noite?
De qualquer das maneiras, sentia que algo se tinha passado…

Ain Ana... Quando voltaras a escrever esta linda história? Quero muito saber o que vai acontecer com a Mary Ann e com o Matt. Espero que não se demore a escrever os próximos capítulos. Beijos.
ResponderExcluirPeço desculpa Bruna, mas tenho andado muitíssimo ocupada e ainda para mais o meu pc avariou... Mas prometo que trago mais aventuras da Mary e do Matt! Aguarda que eles estão para vir ;) Beijinhos!
ResponderExcluir*-* Que bom! :D
ResponderExcluiraii.. estou a adorar esta historia ! estou mortinha que publiques os próximos capítulos *.*
ResponderExcluirkiss*